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Eficiência produtiva de integrados da COCARI ganha destaque na Aurora

22/01/2018 - 11:16:54  Cocari
Redação da C7 Comunicação


Um clima de expectativa envolvia os participantes do Encontro de Avicultores realizado em parceria entre Cocari e Aurora, e o evento comprovou o que se observou durante o ano: a eficiência da integração deu um salto de qualidade. 


Os índices apresentados deram brilho à já tradicional premiação dos melhores avicultores e parceiros criadores do ano, realizada no dia 15 de dezembro. Os resultados representavam na unidade frigorífica a adequação dos integrados ao Sistema Aurora de peso das aves, que exigiu grande dedicação, mas mereceu destaque. Entre os 40 melhores avicultores das integrações da Aurora, 18 são da Cocari.


O presidente da Cocari, Vilmar Sebold, ressaltou os resultados positivos do ano para a Central Aurora. “Em 2017, graças a Deus, pela primeira vez os resultados foram positivos, o que para nós é muito importante, porque a duplicação da unidade e novas oportunidades para a nossa região dependem desses índices”, apontou.


 


Aprendizado viabiliza a atividade


A integração Cocari está em boa fase e o Encontro de Avicultores é uma oportunidade de aprendizado, fato elogiado pelo diretor Agropecuário da Aurora, Marcos Zordan. “É importante que não fica só como encontro, mas como palestra, para aprendermos cada vez mais como buscar o máximo de produtividade para compensarmos muitas situações que infelizmente o mercado não deixa”, analisou.


Zordan falou da situação que o mercado de carnes em geral vem enfrentando. “Estamos vivendo um momento de muita dificuldade com relação à comercialização das carnes, não só de aves”, destacou. Segundo ele, a expectativa é de que tudo se normalize. “Parte disso deve ser compensada com produtividade, força de vontade e aprendizado, para continuarmos viabilizando a atividade”, completou.


Classificando como bom o ano da Aurora, comparado a 2016, o executivo disse que até agosto a Central apresentou bons resultados, freando em setembro, outubro e novembro, mas a previsão era de fechar o ano com resultados positivos, fato que credita aos produtores e à área técnica, que envolve nutrição, genética e manejo eficiente. Nesse aspecto, citou a adequação da integração Cocari às exigências da Aurora. “Visitei alguns produtores e vi que está sendo assimilada a política da Aurora, comprovando o que pensávamos com relação à região, e o resultado está aparecendo”, apontou. “Quero parabenizar a todos os senhores e senhoras produtores, e dizer que 2018 deverá ser melhor. Quando a economia vai bem, a carne de frango é a primeira que reage. Vamos continuar buscando o melhor manejo e certamente o resultado virá”, destacou. 


 


Qualidade premiada


O vice-presidente da Cocari, Dr. Marcos Trintinalha, falou sobre os índices alcançados. “Quem vai levar os prêmios este ano são aqueles produtores que aceitaram o desafio de manter o frango com boa ambiência, que conseguiram produzir aves de qualidade a baixo custo, com menor consumo de ração, mas estando atentos aos sinais das aves, com relação ao calor e a todas as necessidades durante o processo produtivo”, apontou. 


Na oportunidade, Dr. Marcos Trintinalha relembrou o início da atividade avícola na cooperativa e elogiou a evolução dos integrados, que conseguiram corresponder às regras, se adequando ao Sistema Aurora de produção. “Isso exigiu dedicação, aprendizado, força de vontade e muito profissionalismo”, detalhou. “E vê-los alcançar esses resultados é uma mostra da confiança que nossos avicultores têm na gestão da cooperativa”, completou.


 


Integração Cocari em números


Como num ciclo virtuoso, os bons índices têm reflexos em diversas frentes. Uma delas é o aumento da remuneração na média dos produtores, por peso das aves produzidas. 


Apesar da evolução, é preciso atenção aos índices que ainda deixam a desejar. “Produtor eficiente produz frango a custo baixo, o que traz maior ganho para toda nossa cadeia produtiva, e isso pode atrair novos investimentos pela Aurora na região”, enfatizou Vilmar Sebold. 


Outro ponto observado é que a consequência financeira da baixa eficiência de parte dos aviários atinge a todos da integração. “Aquele que não é eficiente ou tem problema, acaba rateando o custo disso com todos, porque ele encarece o custo da integração, com isso sobra menos dinheiro, ou seja, todos nós pagamos”, reitera.


 


Negócios interligados


Atualmente, 262 aviários fazem parte da integração da Cocari. Existe uma relação de espera, por ordem cronológica, cuja oportunidade está condicionada à duplicação do abatedouro da Central. 


Os negócios estão interligados. A viabilidade depende da reação do mercado, mas, paralelamente, da melhoria nos índices de eficiência produtiva, que vai resultar na adequação de peso das aves, exigida pelo Sistema Aurora, fatores que influenciam na decisão de investimento na planta industrial de Mandaguari. 


Sebold orientou aos produtores que se informem junto aos técnicos sobre suas colocações na lista que a Aurora mantém, sinalizadas por verde, amarelo e vermelho, que indicam a situação produtiva dos aviários integrados. “É buscando a informação que melhoramos a gestão do negócio. Isso é importante para todos nós e para a região. A decisão de ter desempenho melhor, médio ou pior depende de atitude e efetividade. É preciso se espelhar nos melhores”, afirmou.


 


Destaques da integração na Aurora


Vilmar Sebold fez questão de nomear os 18 produtores e parceiros que compõem a lista de melhores da Aurora. São eles: Julio Maria de Freitas; Gisele Visioli; Nazareno Batista Ferri; Luis Carlos Della Colleta; Paulo Osdaqui Couto; Daniel Ferri; José Afonso Couto; Kedley Patrício Barbosa; Junior da Silva Couto; Leonardo da Silva Prado; Valdomiro Sedorko; Valéria Bianchini; Francisco Dionísio dos Santos; Fabio Eduardo Norbiato; André Osvaldo Knoor; Manoel Luciano Domingues; Franco Luiz Gonçalves e João Obici. “Parabéns, vocês fazem a diferença e motivam todos a buscarem melhores resultados”, salientou Sebold.


 


O melhor resultado da Aurora


Na avicultura, o ano de 2017 foi de queda nos preços de insumos e redução nos custos de produção. Entre os produtores se observou melhora técnica, refletindo na qualidade do manejo, o que possibilitou boa produtividade nos aviários e alavancagem no resultado da cooperativa como um todo. A unidade frigorífica de Mandaguari fechou o ano como o melhor resultado dentro da Aurora, motivo de satisfação para toda a equipe. “São dois anos trabalhando com a Aurora e em 2017 conseguimos esse destaque, basicamente ao aprimorar a forma de trabalho dentro dos aviários, melhorando a qualidade dos lotes, o desempenho e, com isso, o produtor passa a ganhar mais”, comemora Andreo Eckel, do Setor de Avicultura da unidade de Mandaguari.


Andreo aponta que atualmente já se vê uma fidelização maior dos produtores da integração Cocari com a Aurora. “Eles começam a se identificar mais com a Aurora, que tem um sistema que era novo para eles, e hoje já os vemos vestindo a camisa da cooperativa Central”, afirma. 


Os produtores se mostram ansiosos pela duplicação do abatedouro e o aumento do volume de abate. “Estão sonhando juntos em crescer, aguardando para construir mais aviários para melhorar a renda e as condições de ganho dentro da propriedade”, observa Andreo. “Comecei junto com a Cocari, quando eram apenas seis aviários. Agora estamos com, aproximadamente, 260. Vi praticamente todos esses produtores começarem a construir os aviários. Hoje muitos estão bem, alguns já quitando o investimento, e querendo expandir a atividade”, acrescenta. Vejo produtores formando os filhos com a renda dos aviários, e isso traz satisfação gigantesca”, assegura.


 


Manejo de ambiência e programa de luz para frangos de corte


Como nas demais edições do Encontro de Avicultores, uma palestra técnica abriu o evento. Na ocasião, Rodrigo Tedesco Guimarães, supervisor regional de serviços técnicos da Aviagen, ministrou palestra intitulada ‘Manejo de ambiência e programa de luz para frangos de corte’, dois temas que geram dúvidas e sobre os quais sempre tem coisas novas para os produtores aprenderem. 


O palestrante convidou os avicultores à reflexão comparativa entre passado e presente, citando a avicultura dos anos de 1957, quando o frango, ao nascer, tinha apenas 34 gramas, e aos 56 dias, pesava 905 gramas. “O frango crescia apenas 26 vezes entre a fase de pintainho e a de abate. Em 2005, tinha 44 gramas ao nascer, e o potencial de crescimento era de 95 vezes”, apontou Guimarães. Segundo ele, o potencial genético da ave moderna ainda está muito além do que algumas propriedades conseguem alcançar. “Exemplo disso, na Aurora, ocorre em Santa Catarina, onde produtores atingem 512/514 pontos de IEP (Índice de Eficiência Produtiva), com lotes de macho, o que serve de exemplo para seguir trabalhando e melhorando nossas práticas, para extrair o melhor da ave”, observa.


 


Efeitos do estresse térmico: A orientação de Rodrigo Tedesco Guimarães é de que o produtor deve considerar o frango como motor de combustão. Quanto maior o animal, maior a produção de calor. O frango do passado produzia pouco calor comparado ao atual. O que significa que as condições de granja do passado não são mais apropriadas para o frango moderno. “As condições de manejo têm de estar adequadas, seguindo as recomendações dos técnicos da Aurora, que estão sempre atentos, recebendo informações para repassar aos avicultores”, ressalta.


O estresse térmico tem efeito negativo sobre o crescimento das aves. “Estressadas, as aves crescem menos, ganham menos peso, consomem menos alimentos, têm maior conversão alimentar, pior viabilidade e, consequentemente, maior mortalidade, o que afeta o rendimento e a qualidade da carne no frigorífico, gerando menor ganho para a indústria e para os produtores”, pondera.


 


Iluminação nas várias fases da vida: Rodrigo Tedesco Guimarães falou sobre as orientações da empresa Aviagen, para a linhagem de frangos Ross, quanto à intensidade de luz nas várias fases de vida das aves para o estímulo necessário à alimentação, destacando que os frangos são abatidos com mais de 2,5 kg. Qualquer alteração em relação à ambiência e iluminação dentro do aviário deve ser feita com supervisão dos técnicos da Aurora que acompanham os produtores. 


O material da palestra foi repassado à equipe técnica, para que seja discutido com os produtores, de forma individual e mais profundamente. “Espero que saiam daqui pensando diferente sobre questões de programa de iluminação”, finalizou. 

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